24/04/2014
19/04/2014
17/04/2014
13/04/2014
10/04/2014
06/04/2014
03/04/2014
30/03/2014
27/03/2014
♥ Cuidado e delicadeza... ♥
Parece manso...
Não o provoque,. no entanto!
Ele incha, solta espinhos!
Até na natureza, vemos exemplos, que nos mostram que a delicadeza e o bom trato é o melhor caminho!
beijos,chica
* Foto de um peixe BAIACU, encontramos na beira da praia...
23/03/2014
♥ Vamos brincar com a chica n. 2 ♥
Vamos brincar mais?
Espero vocês!
É bem fácil, podem ler acima!
Cada semana, uma palavra dada e com ela, uma frase com SETE palavras usando o termo dado!
Aí vai a minha:
Na próxima semana, a palavra será:
Adicionem o link dos seus post aqui e obrigadão pelo carinho e tão boa acolhida!
* Lembro que o link fica aberto até o próximo sábado. Assim dá tempo!rs
* Lembro que o link fica aberto até o próximo sábado. Assim dá tempo!rs
20/03/2014
♥ "Artes" que fazem bem... ♥
Essa imagem ganhei por email da Norma Marques
Que nunca percamos a espontaneidade e sempre nos sobre tempo pra rir, comer uns chocolatinhos
Que não nos faltem parceiras para isso!
Essas "artes" são especiais em todas as estações da vida!!!
beijos,chica
* Por falar em brincar, a brincadeira no post anterior continua com o link aberto até sábado. Domingo, nova palavra!
16/03/2014
♥ Vamos brincar com a Chica? ♥
Hoje me deu vontade de brincar e interagir mais.
Espero vocês!
É bem fácil, podem ler acima!
Cada semana, uma palavra dada e com ela, uma frase com SETE palavras usando o termo dado!
Aí vai a minha:
Troque a rabugice por uma boa brincadeira!
Espero vocês!!!
beijos,chica
*Vi lá na Ailime a imagem da corrente da brincadeira, trouxe pra cá e acho que tem tudo a ver com o nome e proposta! Posso,Ailime?
* Se postarem em seus blogs, podem trazer o link pra cá!
Adicione aqui abaixo!
*Vi lá na Ailime a imagem da corrente da brincadeira, trouxe pra cá e acho que tem tudo a ver com o nome e proposta! Posso,Ailime?
* Se postarem em seus blogs, podem trazer o link pra cá!
Adicione aqui abaixo!
14/03/2014
♥ Dor maior... ♥
Após esse café, eu atravessaria a avenida inteira na ponta
dos pés, contanto encontrasse lá me esperando, meu amor!
Solidão dói muito mais!
* Essa é minha participação no Projeto Uma imagem ,140 caracteres.
Participem também!
É tri legal!
12/03/2014
♥ Ou,ou,ou... ♥
Possamos sempre boas viagens fazer...
De avião, de trem, de carro, de navio, à pé ou...
pela janela, simplesmente!!!
09/03/2014
05/03/2014
01/03/2014
25/02/2014
20/02/2014
♥Um texto tri legal e faz pensar!!! ♥
Esse texto vem bem de encontro com o que penso! Aqui em casa falam que não faço isso, não faço aquilo, etc...
Me identifiquei muito, mais uma vez, com os escritos do Dr. Camargo, que além de médico, deixa o coração agir sempre.
Leiam e pensem.
beijos, chica e boa leitura!
(((o)))o(((o)))o(((o)))
Dois exemplos de homens ensinam que viver é muito mais do que simplesmente durar
Estabelecido que a nossa chance de longevidade depende de como vivemos e, em muito, do que comemos, deparamos com uma ciranda de culpados num infindável revezamento. Assim, o pobre ovo já foi considerado o execrável fomentador do infarto, anos depois transferido para uma prisão albergue e, há pouco, completamente inocentado. Agora, a gema já pode escorrer outra vez entre os grãos de arroz sem sentimento de culpa.
Mas a controvérsia não termina por aí. As demonstrações, consideradas inequívocas do dano provocado pela carne vermelha, por exemplo, nunca explicaram por que a incidência de coronariopatias não é maior na Argentina, o país com o mais alto índice de consumo de churrasco por milhão de habitantes do planeta.
No colesterol, todo mundo bateu muito, e ele só não foi acusado de formação de quadrilha. Depois, houve certo constrangimento entre os médicos que impunham restrições e entre os pacientes que abdicavam de muitos prazeres da gula para manter o colesterol abaixo de 200 mg/dl, quando se descobriu que os esquimós, com dieta riquíssima em gordura animal, desfilam frajolas com um índice médio de 1.000 mg/dl. A propósito, ficou claro que colesterol alto, desacompanhado de estresse, é quase inofensivo. Como parecia impensável um esquimó estressado olhando a monotonia daquelas geleiras, tudo se explicava.
Nos anos 70, ainda se fumava nos hospitais, e o seu Osório, internado na velha enfermaria 29, piorava a cada dia. Apesar da insistente recomendação médica, não conseguia parar de fumar. O estagiário responsável por ele pediu socorro ao professor Rigatto, grande mestre, e ferrenho opositor ao fumo. O professor, do alto de sua sapiência, ensinou: "Convencer o paciente depende do nosso grau de convicção. Venha comigo!".
Quando se acercaram do leito, o velho dava mais uma pitadinha. O professor foi enfático: "Seu Osório, será que o senhor não percebe que este maldito cigarro está reduzindo a extensão da sua vida?". O pobre paciente, um pouco constrangido pelo fogo cerrado, argumentou: "Me desculpe, professor, mas nunca ouvi dizer que a vida tivesse extensão. Sempre achei que fosse só largura!".
O Reinaldo tem 70 anos e é um italianão meio tosco, com a simplicidade de quem sempre viveu na colônia. Quando sentou para ouvir as recomendações do clínico que, lhe alertaram, era um grande especialista, nem imaginava o rosário de restrições: "Seu Reinaldo, sua saúde não está nada bem. Quatro coisas precisam ser modificadas. Primeiro, com o colesterol em 400, o senhor não pode mais comer queijo, salame. E copa, nem sonhar. Segundo, os exames do fígado impedem que o senhor tome vinho. Terceiro, com uma glicose de 390 mg/dl, o senhor está diabético e não poderá mais comer massa, pão, esses carboidratos. E quarto..."
O gringo saltou da cadeira e, em pé, encheu a sala de sotaque: "Pode parar. Não quero saber da quarta proibição. Com as três primeiras, já prefiro morrer". E foi embora com alguma curiosidade pela última, que devia ser a mais terrível, senão não teria ficado para o fim. Pelo menos estava livre do quarto sentimento de culpa. Sozinho, riu desta sensação.
Na singeleza de suas almas puras, esses dois simplórios ensinaram, sem perceber, que viver é muito mais do que simplesmente durar. E que alongar a vida às custas da total supressão do prazer talvez não seja a escolha mais inteligente.
J. J. Camargo:
A largura da vida
Dois exemplos de homens ensinam que viver é muito mais do que simplesmente durar
Estabelecido que a nossa chance de longevidade depende de como vivemos e, em muito, do que comemos, deparamos com uma ciranda de culpados num infindável revezamento. Assim, o pobre ovo já foi considerado o execrável fomentador do infarto, anos depois transferido para uma prisão albergue e, há pouco, completamente inocentado. Agora, a gema já pode escorrer outra vez entre os grãos de arroz sem sentimento de culpa.
Mas a controvérsia não termina por aí. As demonstrações, consideradas inequívocas do dano provocado pela carne vermelha, por exemplo, nunca explicaram por que a incidência de coronariopatias não é maior na Argentina, o país com o mais alto índice de consumo de churrasco por milhão de habitantes do planeta.
No colesterol, todo mundo bateu muito, e ele só não foi acusado de formação de quadrilha. Depois, houve certo constrangimento entre os médicos que impunham restrições e entre os pacientes que abdicavam de muitos prazeres da gula para manter o colesterol abaixo de 200 mg/dl, quando se descobriu que os esquimós, com dieta riquíssima em gordura animal, desfilam frajolas com um índice médio de 1.000 mg/dl. A propósito, ficou claro que colesterol alto, desacompanhado de estresse, é quase inofensivo. Como parecia impensável um esquimó estressado olhando a monotonia daquelas geleiras, tudo se explicava.
Nos anos 70, ainda se fumava nos hospitais, e o seu Osório, internado na velha enfermaria 29, piorava a cada dia. Apesar da insistente recomendação médica, não conseguia parar de fumar. O estagiário responsável por ele pediu socorro ao professor Rigatto, grande mestre, e ferrenho opositor ao fumo. O professor, do alto de sua sapiência, ensinou: "Convencer o paciente depende do nosso grau de convicção. Venha comigo!".
Quando se acercaram do leito, o velho dava mais uma pitadinha. O professor foi enfático: "Seu Osório, será que o senhor não percebe que este maldito cigarro está reduzindo a extensão da sua vida?". O pobre paciente, um pouco constrangido pelo fogo cerrado, argumentou: "Me desculpe, professor, mas nunca ouvi dizer que a vida tivesse extensão. Sempre achei que fosse só largura!".
O Reinaldo tem 70 anos e é um italianão meio tosco, com a simplicidade de quem sempre viveu na colônia. Quando sentou para ouvir as recomendações do clínico que, lhe alertaram, era um grande especialista, nem imaginava o rosário de restrições: "Seu Reinaldo, sua saúde não está nada bem. Quatro coisas precisam ser modificadas. Primeiro, com o colesterol em 400, o senhor não pode mais comer queijo, salame. E copa, nem sonhar. Segundo, os exames do fígado impedem que o senhor tome vinho. Terceiro, com uma glicose de 390 mg/dl, o senhor está diabético e não poderá mais comer massa, pão, esses carboidratos. E quarto..."
O gringo saltou da cadeira e, em pé, encheu a sala de sotaque: "Pode parar. Não quero saber da quarta proibição. Com as três primeiras, já prefiro morrer". E foi embora com alguma curiosidade pela última, que devia ser a mais terrível, senão não teria ficado para o fim. Pelo menos estava livre do quarto sentimento de culpa. Sozinho, riu desta sensação.
Na singeleza de suas almas puras, esses dois simplórios ensinaram, sem perceber, que viver é muito mais do que simplesmente durar. E que alongar a vida às custas da total supressão do prazer talvez não seja a escolha mais inteligente.
16/02/2014
♥ Tire o pó!!! ♥
Gostei de brincar disso e deixo aqui mais uma inspiração:
Ainda dá tempo! Podem ir até o blog da Tina e ver o que ela , a loja Poeme-se e o Alexandre Reis bolaram:
Vai lá ver!!Poeme-se e escreva!!
Clica aqui!
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